Em meio as discussões sobre a cultura digital eis que embarcamos num universo de possibilidades. Onde a arte e a tecnologia se fundem.
A dois anos atrás, o máximo que pensei sobre o tema se tratava de pinceladas de Op-Art nas minhas aulas de óptica para o Ensino Fundamental II.
Mas hoje, posso ver arte em todo lugar... (ou seria tecnologia?!)
Num tributo a Renato Russo (Quando virá o de Raulzito?!)
Um prédio no meio de uma avenida virar museu de arte urbana digital.
Numa livraria de Salvador que se transforma a partir de convite nas redes sociais, para reunir pessoas criativas num flash mob.
Moscas e seres humanos conectados em rede social. (Como assim, produção?)
Pensar na obsolescência do corpo, segundo Stelarc.
E num corpo natural ou não, uma crítica ao narcisismo segundo Orlan. (Me arrepiou na alma!)
Numa livraria de Salvador que se transforma a partir de convite nas redes sociais, para reunir pessoas criativas num flash mob.
Moscas e seres humanos conectados em rede social. (Como assim, produção?)
Pensar na obsolescência do corpo, segundo Stelarc.
E num corpo natural ou não, uma crítica ao narcisismo segundo Orlan. (Me arrepiou na alma!)
Diante da abertura do pólo de emissão onde saímos da WEB 1.0 para a WEB 2.0, onde deixamos de ser meros receptores de informações, para construirmos/produzirmos/interagirmos, passamos então a sermos todos artistas? Confira esta reportagem de Giselle Beiguelman sobre o que é arte digital.
O que você pensa sobre isso? Deixe o seu comentário!

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