Qual educação queremos?
Qual professor seremos?
Que escola nós temos?
Diante da discussão sobre o funil que representa o sistema de ensino no Brasil, onde apesar da teórica democratização do acesso à educação,
não existe a permanência (evasão) e quando há, não necessariamente
acontece a continuidade do estudo (reprovação) ou ainda uma construção
de conhecimentos com qualidade. Somos assim, convidados a nos
questionar (LUCKESI,1995).
A escola que não cativa, que não se relaciona, não se conecta com os seus alunos e com o mundo, está fadada a mera reprodução e continuidade do que está posto, sem reivindicar mudanças na sociedade, no conhecimento e no que mais se possa pensar.
Não seremos e não deixemos que os estudantes sejam mais um tijolo no muro.
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